domingo, 7 de julho de 2013

FILLER: A treta do cutelo.

PESSOALMM!!! \o\

Vortei com mais uma treta do Semanário pra vocês! =D

“PQP bia! Tománoku! Cadê a segunda parte da historia do Chucrute? Ah paputakeopariu! Cê tá de tiração com a minha cara, sua FDP do krai de asa? AH tománoseuku, cê tá fazendo a gente de idiota? Eu tenho cara de otário, sua palhaça?”

Tô sim galere!!! \o\ Hahaaaa Because the zoera never ends! aeHOOO o/ o/


Brinks! Brinks! Calmaê, esse é um post bônus, a segunda história já tá feita também. Claro que eu JAMAIS perderia a oportunidade de trollar todo mundo, queria muito ver a cara de vocês quando leram esse título MWAHAHAHHHA KKKKK


Resolvi contar esse fato que denominei: Treta do Cutelo, porque é algo que aconteceu não só comigo, mas com outras pessoas também, afinal, ninguém está livre de se deparar com ~~acontecimentos sobrenaturais~~ Uuuuuuuuuu ~o~



Tá, agora vou parar de gracejo e ir direto ao que interessa a todos vocês: O ACONTECIDO!

Um fato muito intrigante aconteceu aqui na minha residência há cerca de 4 ou 5 anos atrás... Algo que intrigou todo mundo que estava presente na semana do acontecido... até hoje ninguém sabe ao certo o que aconteceu e como sucedeu-se o fato, entretanto sabemos que algo de fato aconteceu e que o acontecido foi sinistro! << “aconteceu”, “intrigou”, “fato” = palavras chave pra aguçar a curiosidade de todo mundo, ATÉ EU fico curiosa pra saber da história quando leio isso (E OLHA QUE EU SEI PORQUE ACONTECEU COMIGO! LOOL) eis o poder das palavras... enfim letisgô!


O COMEÇO

Uma certa manhã de sábado, sr. Pacheco e sra. Torres (vulgo meus pais) estavam fazendo o almoço e me obrigaram a lavar a louça depois. Mesmo muito descontente com a situação, acatei a ordem e fui lavar né, fazer o quê.

 No meio da louça pra lavar, tinha o cutelo da família.

Esse cutelo era uma arma extremamente poderosa com a qual meu pai esquartejou várias pessoas no passado, quando ele era conhecido pela alcunha de “Retaliador.” faca que foi dada pra eles na época do casório, ou seja, um facão antigo, daora, antigo e ainda por cima muito daora! A lâmina jamais perdia o fio de corte, era pau a pau com as Ginsu 2000, se bobear até mesmo mais poderosa e tinha ainda uma parte de madeira que pesava mais de 50 quilos (tá bom, não era 50, era 40!!)!!! Por conta de todas essas características marcantes, ele sempre era usado para cortar os mais diversos tipos de alimentos, pois era o [ATENÇÃO, ATENÇÃO! PRESTENÇÃO NO QUE VOU DIZER] MELHOR CUTELO DO MUUNDO!!!! – nós o elegemos assim.

O cutelo era querido e amado por todos nós da casa, sempre utilizado com muito carinho e afeição, ele até apontou meus lápis de cor uma certa vez. Era uma arma adorável...


Prosseguindo...

Lavei a louça e junto com a louça o cutelo, sequei-o com cautela e logo após o guardei dentro da gaveta de talheres e ele lá ficou.

Dias depois, na hora de fazer o jantar, minha mãe me grita: “BIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIA!!!!! CADÊ O CUTELO??? CADÊ O CUTELO??”
“Tá na gaveta mãe!” – Foi o que falei, afinal eu o tinha deixado na gaveta!
E mais uma vez ela gritou: “NÃO TÁ NA GAVETA NÃO!!! VENHA AQUI BUSCAR!”

Poxa, eu fui até lá, abri a gaveta e tudo o que pude fazer foi olhar com pokerface pra minha mãe, pois realmente o cutelo já não estava mais lá, só que tudo bem, as vezes meu pai tinha precisado usar pra alguma outra coisa (matar alguém) e por isso nós não a encontramos lá.
No final minha mãe usou outra faca, fez a carne, mas quando meu pai chegou a represália já foi desse naipe: “Homi, cadê o cutelo?!”
Pai: “Tá na gaveta, não tá não?!”
Mãe: “Não, não tá lá.”
Pai: “Então a Bia sabe onde tá, foi ela que mexeu! Ô BIA!!!”
Bia: “Mas pai, eu coloquei lá...”

Ninguém acreditou em mim e eu quase fui castigada sem motivo algum... G__G

O tempo passou e eu sofri muito porque eles cismaram que EU perdi o cutelo, sempre que alguém lembrava que não tinha mais o cutelo, brigavam comigo, eu não aguentava mais, tava quase apelando a orixás e deuses da chuva, até que um dia na hora da janta...

Mãe: “Ahhh, então quer dizer que você finalmente encontrou o cutelo hein...”
Bia: “Hã???”
Mãe: “NÃO SE FAÇA DE DESENTENDIDA! Aqui ele ó!” – Disse enquanto tirava ele da gaveta.
Bia: O.O
“Mas mãe, não fui eu... D:”
Mãe: “Deve ter sido seu pai.”
Pouco depois meu pai chega e eu perguntei onde ele tinha encontrado o cutelo.
Pai: “Ué, mas ele não tinha sumido?”


Bia, Pai e mãe: EXTREME THRILLER’S FACE!


>> Uma palavra, um sentimento: VIXE! <<


Ninguém nada falou, apenas nos entreolhamos e... é, nós nos entreolhamos e não falamos nada, afinal não havia nada para ser dito diante daquela situação.
Mas tudo bem, o cutelo retornou e estava lá, como se nada tivesse acontecido, como se jamais tivesse saído dali, o mais impressionante e intrigante de tudo... Mas nada impediu que voltasse a ser usado por todos nós da casa.

Mesmo com o desfecho inesperado, aquele acontecido deixou-me perturbada e eu passei a estudar esse tipo de fenômeno. Depois de um longo período de filosofagens (3 dias no máximo!) cheguei a seguinte conclusão: DUENDES ESCONDEM MINHAS COISAS!

Sim! Foram eles, os danadinhos dos duendes que querem avacalhar, desmoralizar a vida de todos nós, eles são uns falcatruadores que desejam apenas ver a gente, sifudendo, tomando guaraná noku, se dando mal, comendo o pão que o diabo amassou, quebrando a cara...

Não existe outra explicação, até porque eles estão presentes em todos os lugares, eles fazem parte de um plano astral à parte do nosso, por esse motivo podem aparecer e desaparecer quando bem entenderem! Estamos à mercê deles e nem ao menos nos damos conta disso, ATENÇÃO QUE ISSO É UM AVISO!

Aliás, é pra isso que eles estão aqui no planeta, pra lascar geral! pra equilibrar o ego da humanidade! Quando as pessoas se sentem muito superiores a todo o resto do ‘ecossistema mundial’, eles chegam e fodem com a vida desse povo safado, mesquinho e ganancioso pra coloca-los de volta em seus devidos lugares miseráveis!

Vocês devem estar se perguntando: “Então bia, por que você se lascou também?!”
R: “Ah, porque eu também faço parte dessa racinha né... Eu também tenho que me lascar! Sério... (brinks)” ‘-‘

Tão certo eles! Eu até mudei de opinião agora, eu era contra essa atitude desmedida dos duendes de esconderem nossas coisas, mas agora sou a favor! Sou a favor porque quero atraí-los, atrair a confiança deles, pra então poder desenvolver algum contato, seguí-los e roubar seus potes de ouro!
MWAHAHAHAHAHAHAHAHAAH

(OBS: O Biel não foi citado aqui porque ele não tinha idade/altura suficiente pra mexer na tal gaveta, logo está fora de cogitação qualquer possibilidade de ter dedo dele no meio desse ocorrido).

domingo, 26 de maio de 2013

Chucrute - Parte I

Esse nome, vindo de mim deve fazê-lo pensar em qualquer coisa, menos no prato alemão que talvez você tenha imaginado à priori.
Conhecido por uns, desconhecido por outros, Chucrute fez parte não só da minha, mas da vida dos integrantes da minha família em meados de 2009.


~~ Como tudo começou ~~


Numa certa manhã, estava eu de boa em minha humilde residência, tinha acabado de acordar e como de praxe, estava me preparando pra comprar o pão do sagrado café matinal.
Nessas horas eu fico meio lerda, então enquanto abria a porta e passava pelo corredor, vi uma sombra correndo/voando para a lavanderia e imaginei que fosse algum gato correndo por aí, nada fiz e fui comprar o meu pãozinho.

Minutos depois, estava eu chegando em casa.
Aparentemente o ambiente estava habitado apenas por mim, eu tinha acabado de chegar e de repente comecei ouvir sons vindo da lavanderia.


VIXE!


"Ou vai pra lá ou vem pra cá", resolvi averiguar o que era, já que eu sou uma pessoa de força, vitalidade, energia e principalmente CORAGEM!! Segui rumo com uma vassoura na mão, queria saber o que raios estava fazendo barulho ali, eu não sabia se era a minha imaginação, mas parecia que eu estava ouvindo passos, passos baixos mas o som era distinguível (eram passos mesmo!)!


Fui me aproximando, me aproximando e quando coloco meus pés na lavanderia, eis que me deparo com...


"AAAAAAAAAAAAAAA" O único som que consegui soltar quando aquele ser veio pulando para cima de mim, com tamanha agressividade!!


Bate pra lá, bate pra cá com a vassoura, consegui espantá-lo, mas ele de certa forma acuado e talvez surpreso com a minha atitude, ficou no cantinho e eu pude chegar mais perto dele e com um pouco mais de calma.





Tratava-se de uma galinha!!!

UMA GALINHA QUE SURGIU NÃO SEI COMO NO QUINTAL DA MINHA CASA!!



Ninguém sabia como, ninguém tinha ideia de como aconteceu, mas a única certeza era: Ela estava lá!


De aparência alvinha alvinha, branca como a neve e estranhamente andando de lado(?)
SIIM!! ELA ANDAVA DE LADO!! A GALINHA ANDAVA DE LADO!!


Eu fiquei ali, pensando: "Pultz, o que eu vou fazer com essa galinha aqui?!"


O tempo passou, busquei o biel na escolinha, ele viu a galinha e achou massa. Depois disso foi assistir TV.


Na dúvida deixei a galinha lá e à tarde, quando minha mãe chegou em casa...


Bia: "MÃE! MÃE!! VEJA SÓ O QUE TEMOS AQUI! UMA GALINHA!1!"

Mãe: "HÃÃÃÃ??"

Bia: "Olha mãe! Tá aqui na lavanderia ó!! Ó!! Ó!1"


~~ Chegando lá ~~


Mãe: "MAS BIA, ISSO É UM GALO!!!"

Bia: "... ... Ah, pois bem!"

Mãe: "Onde você arrumou esse galo???"

Bia: "Não sei, ele simplesmente tava aqui desde que eu acordei e..."

Mãe: "Hmm, deve ser um refugiado de algum centro de macumba..."

Bia: =OO (ohhh!)

A partir daí, nasceu uma teoria minha de que o galo tinha sido (abduzido por aliens) capturado por macumbeiros e que estes por sua vez, queriam fazer dele uma oferenda para os deuses da chuva (Caetano Veloso aproves!), mas que com força e vontade de viver, o galo conseguiu escapar (após levar umas vassouradas nas costas). Mesmo com sequelas o nosso pequeno herói sobreviveu e veio parar na minha residência!


Resumindo: ERA COISA DO DESTINO!


** Continuando a conversa **

Bia: "Mãe, e agora? O que faremos?"

Mãe: "O óbvio. VAMOS CRIÁ-LO" << Ela falou isso com grande convicção! Quase que vi chamas em seus olhos!

Bia: "Sério?? Ôõ / =O"

Mãe: "Claro!! Vamos criá-lo, engordá-lo e quando ele tiver no ponto... NÓS O COMEREMOS!! MWAHAHAHA"

Bia: "O.O Não mãe... Não... DDD: <o> ç.ç .. Não faça isso com... com o... COM O CHUCRUTE!!1 <o>"

Mãe: "Hã?? Chucrute??"

Bia: "Sei lá, pensei nesse nome agora. '-' "


Final da parte 1.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

2009: Viagem à praia e uma bomba no carro.


Fazia tempo que eu não postava nada aqui e com pedidos (leia-se 'ameaças' do LuiZ de "ser mal ou mau" comigo, fiquei com medinho e) fiz um texto rapidão, saindo do forno pra vocês! =D


Até o ano de 2010, minha família tinha o costume de visitar a praia quase que semestralmente (felizmente isso não ocorre mais, eu particularmente acho praia um lugar chato, enfim...). Uma das últimas vezes que fomos viajar, aconteceu...


Família Torres Lima, início de ano, acordar cedo, arrumar bagagens e RUN TO THE BEACH!

Sinônimo de felicidade?? :D :D :D \o\ \o/ /o/



NÃO PRA MIM! Ò_Ó


De toda forma, ficar só em casa não tem como, então bia vai junto mesmo!
Coisa normal, como sempre fui obrigada a madrugar (o que pra mim nem é tão ruim, contando que o Biel não esteja junto, ÔW MENINO CHATO!) para rumar à praia.


A treta entre meu bro e eu, já começou antes mesmo da gente sair de casa. Quando entrávamos no carro, um absurdo atrás do outro:

Bia: "Ah que sono, vou me deitar aqui no banco. Biel, abre espaço aí pra mim, quero cochilar."


Biel: "AIIIINNN EU QUE QUERO DORMIIIIIRRRR."


Bia: "Não, eu tenho mais direito que você porque nasci primeiro. Vá, abra espaço ae, quero deitar!"


Biel: "ÔOO MÃÃÃÃEEEEE..."


Mãe: "Ow menina, você desse tamanho fica arrumando encrenquinha com esse pivete enjoado! Deixa esse bixiga de menino deitar logo e fique quieta aí também, senão largo vocês na estrada e..."



ATENÇÃO: BRONCA CENSURADA POR DEMORAR MUITO PARA TERMINAR. CORRENDO O RISCO DE PERDER O LEITOR SÓ NESSA PARTE - que duraria umas 2 páginas (sem brinks!) - DECIDI CORTAR. FICA POR CONTA DE VOCÊS IMAGINAR COMO <S>ESSA MERDA</S> TERMINOU.



Durante o caminho (por motivos óbvios nem abri o bico pra reclamar de NADA [fiquei pianinho]), vi o horizonte e acabei adormecendo.

Tudo na paz...
Tudo tranquilo...
Quando de repente...


Mãe: "E AGORA, O QUE A GENTE FAZ???"

Pai: "Não sei, o jeito é pararmos em algum lugar pra ver isso daí."

Mãe: "AI, MEUS MENINOS!!! <o>"

Pai: "Calma, isso é só uma suposição..."


Acabei acordando com esse avacalhamento todo. Curiosa com a situação perguntei:
"Pai, que que tá acontecendo??"

Pai: "XIIIU, presta atenção!! Presta atenção!"

~~ Silêncio ~~


*Pipi* << isso é um som!!!

*pipi* *pipi*


O som se repetia diversas vezes e parava por um tempo, quando menos esperávamos voltava a tocar.
Era um som conhecido por mim, lembrava muito o de uma bomba relógio! LOL

Na hora pensei: "Vixe, será que implantaram uma bomba no carro quando o pai levou pra fazer revisão?? D: "

Eu pensei e fiquei quieta né, imagina só eu falar um absurdo desses na frente deles... Rachariam o bico! Então nem falei nada...

Logo, mamãe já foi dizendo: "Será que é uma bomba?? O.O"
Meu pai: "Hmm pensei o mesmo."

Bia POKERFACE.

O medão bateu! Coração apertado, sentimento de fraqueza, um revestrés (se não manja, procure no dicionário nordestino que você encontrará o significado da  palavra)... 
Uns bagui loko começaram acontecer com minha pessoa. 
ERA O MEDO!
E no pensamento o já famigerado: "Ai meu Deus do céu... <o>"

Meu pai parou o caro 4 vezes na estrada, só pra procurar onde estaria aquele dispositivo, que á qualquer momento poderia detonar e destruir a vida de uma família (aparentemente)normal e feliz!
Talvez por conta da velocidade do carro, não conseguíamos distinguir de onde os apitos vinham e quando parávamos para procurar, não encontrávamos.

A viagem foi ficando tensa, cada vez que os apitos se tornavam mais frequentes. Nós nos entreolhávamos e a situação foi ficando insustentável. Até que eu falei:

"Pai, o que vamos fazer agora? Vai largar o carro pra gente ir a pé?"

Pai: ¬¬
"Isso não teve graça!" ¬¬ ¬¬ ¬¬

Bia: "Okayface"

Durante quase 2 horas a viagem foi esse inferno.
Andando e parando, só ouvindo os apitos sinistros, coração na mão. 

Enfim chegamos em Pariquera-açu e quando meu pai parou o carro num posto de gasolina, eis que descobrimos acidentalmente o que diabos era a nossa bomba relógio!!

.....
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O RAIO DO CELULAR NOVO DO MEU PAI ESTAVA FICANDO SEM BATERIA!!! FMFMFMFMFMF AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA FFFFFFFFFUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU

O barulho era do diabo do celular e ninguém percebeu. #facepalm

Depois de descoberto, os velhos deram aquela risadinha sem graça de quem quer dizer: "Porra, que merda! Como sou idiota."

Eu achei o máximo, rachei o bico e o urubu Biel... Bem, ele continuava a dormir.

E foi assim que a treta se sucedeu.

FIM.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Era pra ter postado isso, há 1 ano, LITERALMENTE.


                 2012, O CHAMADO ANO DA PROFECIA PARA MUITOS...

Eu to digitando esse texto, vejamos... são 11:54 do dia 20/01/2012. To no escritório e desde que cheguei não tenho nada pra fazer. Gnomos tretaram aqui com a telefonia e a internet, ou seja, estamos a ver navios, literalmente, porque os jornais de hoje só falam da treta no navio que naufragou. *Yao Ming Face*

Contarei rapidinho uns fatos estranhos que já presenciei no início desse ano. Huhu

- Segunda-feira 02/01/2012:
Estava eu, em horário de almoço. Resolvi dar “uns rolê” pelo bairro de Pinheiros.
Descendo a Teodoro, umas mulheres lerdas na minha frente começaram andar ainda mais devagar e eu como não agüento isso (odeio gente lerda, vocês não tem noção!!!), resolvi fazer uma ultrapassagem arriscada e eis que me deparo com o motivo da lentidão delas.
Uns metros adiante, tinha um bêbado que tava com a mão cortada e o sangue escorrendo pelo braço inteiro!!! Lol
O pessoal tinha medo de andar perto dele, mas como eu fiz a ultrapassagem, não deu pra brecar e eu continuei.
Mentira! Eu continuei porque a ultrapassagem que eu dei de cara com o tiozão. Mesmo que eu quisesse não ia dar pra desviar. Esbarraria mesmo no homi de um jeito ou de outro! MFMFMFMFFM
Era chegado o momento e quando finalmente passei do lado dele, ele esticou o braço e quis jogar sangue em mim!!!!!! FFFFUUUUUU
Não só em mim, como em qualquer um que tivesse passando perto dele. Mas por sorte eu usei meus reflexos pra me esquivar do sangue do tiozão. *FuckYea*

Espaço para uma dúvida noob que eu sempre tive, por favor, não leiam:
Suponhamos que esse bebum tivesse AIDS, ele estava tentando jogar o sangue dele e quem passava no meio da rua.
Partindo do pressuposto que se uma pessoa que tem contato com o sangue de um aidético pega AIDS, se ele tivesse jogado sangue e o sangue tivesse respingado no braço de alguém, essa pessoa também ficaria doente??

Esqueçam a pergunta idiota e vamos prosseguindo...



Ainda na segunda-feira... Poucas horas depois...
Tenho o péssimo costume de ficar até mais tarde no escritório. 1º Porque eu gosto de lá e 2º porque eu não gosto de deixar trabalho pendente. ;D
Saí no horário das 16:00, coisa “rara”.

Tava tudo indo legal, tava tudo indo bem. Peguei o ônibus vaziozão, sentei no fundo, cochilei e quando finalmente tava chegando no meu ponto eu despertei.
Eu acho que já disse isso antes, mas eu moro próximo ao ponto final e lá desce mow galera.
Os motoristas daqui não têm a mentalidade lá muito saudável e muitos dizem que quem anda nos busões de Embu, nem precisa se dar ao luxo de andar na Montanha Russa do Play Center (A montanha russa é lenta, se comparada às reviravoltas que nossos motoristas fazem nas ladeiras dessas redondezas lol).
Chegando próximo ao ponto que eu desço eu já ia levantar e dar o sinal, mas como sempre, a preguiça falou mais alto e então eu pensei:
“Ahh, xapralá. Esse pessoal vai levantar e vão dar o sinal, quando todos estiverem saindo eu levando e saio também. Ficarei sentada até o último segundo!” (A Ju sabe bem como é! XD)
Umas cinco pessoas já foram se levantando, apertando o botão pro ônibus parar. Quando de repente...


CRRRRRRRIIIIIIIIZIZSIZSIAEZS ß Onomatopéia FAIL da freada brusca que o ônibus deu.

Consequência dessa freada:

STRIKE!!!! LOOOOOOOOOL
Todo mundo que tava em pé caiu feito pinos de boliche!
Foi Epic LOL, Epic Fail, epic all!!

Igualzin dominó! Uns por cima dos outros! =O
Imaginem, umas 5 pessoas caindo ali, na minha frente praticamente. Todas as tentativas deles de segurar pra não cair foram FAIL, o que tornou a situação cômica. (Só pra quem tava sentado, assim como eu, claro).
Mas ninguém riu, afinal foi uma coisa perigosa. Imagina alguém bate a cabeça e morre... sei lá. ‘-‘

Enfim, voltando ao foco: EU.

A única coisa que eu pensei foi como minha preguiça foi FuckYea. Se eu tivesse levantado assim como pensei a priori, teria virado papa com aquele monte de gente caindo em cima de mim... Na boa, nem sei, mas fiquei muito bolada com a situação.
Foi um dia muito, mas muito tenso. E dessa forma que começou meu 2012.


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Thor


Bom, contarei a história de como encontrei o meu cão Thor.  Fazia um bom tempo que eu estava prometendo isso e enfim cumprirei, pois promessa é dívida. =D
Então Let’s go! o/

Março de 2010:
Manhã nublada, do jeitinho que eu gosto, começo de semestre, tudo estava favorável para passar a tarde toda em casa. A preguiça tava comendo solta e meu plano era matar aula!
Aproximadamente 11:30 da manhã, Ju passou na minha casa, assim como de costume para que rumássemos à ETEC.
LOL Verdade seja dita. Bia também já foi V1D4 L0k4!
Conversa vai, conversa vem, caminhávamos para o ponto de ônibus. Lembro como se fosse ontem o nosso diálogo:

Bia: “Poxa Ju... Mow chato hoje, não tô com vontade de ir pra ETEC não... Vamo matar aula?? =D”

Ju: “Ah BIXAAAAAA, se você não vai, eu também não vou não!”

Bia: “Ah, beleza! Mas poxa... Se eu chegar lá em casa agora, meu pai vai brigar comigo (pai de férias na época)... Temos que dar uma desculpa!”

Ju: “Ihu, se lascou então! HAHAHAHAH.”

Bia: “Ah, vamo até o ponto de ônibus pelo menos, lá a gente vê o que faz...”

Ju: “Tá certo!”

No meio do caminho, começou chover. Como a Ju sempre foi bem prevenida, já foi sacando o guarda-chuva da mochila, até que eu falei:

“NAAAAH!!!  ESSA É A NOSSA JUSTIFICATIVA PRA VOLTAR PRA  CASAAA! VAMO TOMAR CHUVA! HOHOHO”

E assim a Ju acatou minha ideia. Caminhamos lentamente na chuva até o ponto de ônibus, para ali esperar um pouco e voltar pra casa com a já famigerada desculpa: “Aiii paiii, tomei chuva, por isso voltei pra casa... mimimi” << Adicione aí uma voz retardada.

Chegamos ao ponto e este estava lotado de gente, coisa anormal para o horário, mas não para um dia chuvoso. A chuva já tinha cessado e resolvemos dar um tempinho lá. Busão chegou e o pessoal começou fazer fila para entrar, foi então que eu ouvi um grunhido e isso me chamou a atenção.

Procurei de onde vinha aquele som que lembrava o de algum filhote, ou de cachorro ou gato, era uma reclamação de dor e eis que me deparo, ali no cantinho, deitado em uma poça de lama um pequeno cachorro, um filhotinho, um pequeno guri.

Fiquei uns instantes olhando o bichinho, o povo passava perto dele, mulheres com tamancas gigantescas quase pisando no pobrezinho e ele não fazia absolutamente NADA pra sair do lugar...
De início eu pensei: “Nossa que cachorro sonso... Não sai do lugar pra nada.”

Mas depois eu comecei me preocupar com a situação dele, pois ele estava deitadinho na lama, possivelmente com frio, magrinho, parecia não ter forças para nada.
Me aproximei, abaixei e comecei cutuca-lo... Comecei mexer com ele para ver sua reação e o povo no ponto ficou me olhando com uma cara tensa, aposto. Mas eu não tava nem aí. LOL

Pra quem salva inseto na rua, salvar um cachorro não é nada LOL

Tentei deixa-lo de pé, mas o filhote não tinha força nas pernas, caía direto, não andava, nem forças para se arrastar ele tinha. Achei que ele tivesse alguma doença contagiosa e fiquei com medo de ficar com a mão nele...

Dó pra lá, dó pra cá. A Ju também estava mobilizada com o animal. Se eu simplesmente fosse embora e largasse ele lá, eu tinha certeza que ia me arrepender pelo resto da minha vida, então com força, vitalidade e energia da juventude me virei para a Ju e falei:

“LEVAREMOS PARA CASA!” o/ [imagine a imagem de um super-herói e insira aqui]

A Ju não podia ter cachorro e eu já tinha a Lara, mas meus planos eram ficar com o pequeno só por um tempo até ele ficar forte e depois doá-lo para alguém.
Sem pensar duas vezes, a Ju pegou minha mochila e me deu a sacola onde estava guardado o seu guarda-chuva, ensacolei o cachorro e seguimos de volta para a casa. LOOOOL

Sim, eu tava com um pouco de nojo daquele cachorro doente, eu confesso!!! Por isso coloquei ele mesmo dentro daquela sacola. Mas a sacola que foi a salvação!!

O bichinho tava só pele e osso, mas mesmo assim, subir altas ladeiras com ele começou desgastar meus braços e a sacola também. Lol
No meio do caminho, comecei me cansar e o cachorro começou fechar os olhos...

Ju: “Não olhe para a luz! NÃO OLHE PARA A LUZ!”

Bia: “AAA VOCÊ TEM QUE VIVER!! EU TÔ CARREGANDO UM CACHORRO DESCONHECIDO NUMA SACOLA, TODOS ME OLHANDO, EU CORRENDO RISCO DE PEGAR UMA DOENÇA DE VOCÊ.... FIQUE VIVO! TODO MEU ESFORÇO NÃO PODE SER EM VÃO, SEU INFELIZ!”

Ju: “Bia, não vamos deixar ele fechar os olhos, senão já era!”

Bia: “Imagina só se ele morre nos meus braços... Aí eu me ajoelho aqui no meio da rua com ele no colo e grito ‘NÃÃÃÃÃÃOOOOO’, aí tudo à minha volta fica escuro e só uma luz ilumina eu e o cachorro, aí a alma dele sai... AHEAHEUAHEUAH pult’z que daora Ju! Seria igual desenho! HAHAHAHA”
Ju: “HAHAHAHAHA Poxa Bixa!!! Será que isso vai acontecer???” LOOOOL

Bia: “Puxa será?! Lol Ah não! Não pode, não pode... Eu nem conheço o cão ainda, mas mesmo assim...”

Ju: “É, não pode... Não olhe para a luz!”

Bia: “Se ele viver eu já sei como chama-lo. Ele será Thor! Crescerá bem forte e honrará o nome!”

Chegamos em casa, meu pai estava indo levar o meu irmão na escola.
Eu fiquei com medo dele reclamar de algo, mas como ele é uma boa pessoa, deixou o cachorro em casa e nada falou. Saiu com o Biel.

Ju e eu tratamos de pegar um pouco de ração da Lara pra ele, arrumamos uma caixa, colocamos uns panos e eu joguei ele lá dentro. Lol

No começo eu fiquei com mais medo é da minha mãe. Não sei, achava que ela fosse brigar comigo ou algo do tipo, mas quando ela chegou em casa, falou que jamais poderia me ‘esculhambar’ por ter trazido um animal machucado pra casa, porque fazer o bem é algo importante que muita gente se esquece de fazer, tem vergonha ou até mesmo medo de represálias de outras pessoas por conta disso. Mas deixou claro que ele ficaria aqui só até ficar melhor.

Dias passaram, de vez em quando dava uma olhada, um pouquinho de leite, ração, água e até banana pra ele (hoje em dia ele adora) e assim aconteceu. Foi a partir daí que ele começou se firmar e andar de pouquinho em pouquinho.

Dia após dia, hoje ele é saudável e continua aqui, se tornou realmente forte, anda destruindo tudo, bagunçando tudo, já foi pai e mesmo de forma desajeitada já consegue andar.
Descobrimos que ele sofre com um problema de coluna, por isso que não consegue andar direito, provavelmente alguém machucou suas costas naquela época.
Mesmo com esse problema de não ter muita força nas pernas e ficando em pé durante pouco tempo, ele consegue correr e tem um equilíbrio considerável. Acho que ele tem uma vida feliz. =D

Aí está o Thor, o cão do latido de trovão. No final de tudo o nome casou perfeitamente. XD



domingo, 28 de outubro de 2012

Vergonha na cara é necessário...

Pois é... o tempo passou e eu não mais postei nada aqui.

Prometo tomar vergonha na cara e contar as altas tretas que me aconteceram ao longo desse ano.

Confesso que já iniciei a digitação de alguns textos mas por motivos desconhecidos (preguiça) eu acabo não concluindo as postagens...

Acho que hoje contarei a história EXTREMAMENTE BATIDA de como encontrei o Thor...


Algum interessado?